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Sobrou arroz? Bolinhos de arroz!

Uma das melhores lembranças que tenho da época da escola é a da minha volta para casa.
Chegava lá pelas 6 horas da tarde e sentia aquele cheirinho delicioso vindo da cozinha. 
Era minha vó Orlandina preparando alguma coisa pra cambadinha que chegava faminta (eu e meus irmãos). A única coisa que dava tempo de fazer antes de abocanhar os quitutes era dar um beijinho na bochechinha macia da minha vó!







































Uma dos lanches preferidos daquela época era o bolinho de arroz. Minha mãe fazia o almoço para toda a família (9 pessoas) e sempre sobrava bastante arroz, era aí que minha vó entrava em cena! Logo após o almoço ela já começava a prepará-los, deixava as bolinhas prontas e quando calculava que os netinhos estavam pra chegar começava a fritá-los.

Bolinhos de arroz
(adaptados daqui)

  • 2 xícaras de arroz cozido
  • 2 ovos (usei caipiras)
  • 1 xícara de farinha de trigo
  • 3 colheres (sopa) de parmesão fresco
  • 1 ou 2 sachês de furikake*
  • sal a gosto
  • cerca de 1 litro de óleo para fritar

Misture bem todos os ingredientes até homogeneizar. Faça bolinhas com as mãos ou com a ajuda de duas colheres de sobremesa. Frite algumas por vez em óleo quente, até dourar. 
Sirva bem quentinhas.
*Estava sem salsinha em casa e o furikake substituiu muito bem!


Hello Kitty!






















Reciclando!

Podemos transformar o que sobrou da refeição anterior em um prato novinho e muito saboroso, é só usar a criatividade!
...
A idéia de usar o arroz que sobrou em bolinhos de arroz já é antiga, porém não acredito que usassem o termo "reciclar" como fazemos hoje em dia. Essa receita nasceu com a idéia de ajudar o Francisco em seu dever de casa, um trabalho sobre reciclagem. Quando voltou para casa me contou todo contente que ele foi o único na sala que respondeu que é possível reciclar comida! :)

Bolinho de arroz
  • 4 xícaras de arroz cozido (no meu tinha bacon)
  • 3 ovos médios - usei caipiras (orgânicos)
  • 6 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 1/4 xícara de parmesão ralado na hora
  • 1/2 xícara de queijo muçarela*
  • salsinha picada
  • sal e pimenta a gosto
  • farinha de rosca para empanar
Misture tudo numa tigela e leve a geladeira por uma hora para firmar. Retire e faça bolinhas ligeiramente menores que bolinhas de 'ping-pong'. Passe cuidadosamente na farinha de rosca e frite em imersão em óleo quente (mas não muito quente, pois queimam por fora e ficam crus por dentro). Retire com uma peneira de metal para escorrer o óleo. Rende de 20 a 25 bolinhos.

Sobre a tal da mozarela, muzarela, muçarela ou moçarela leia aqui
Se quiser em italiano... Mozzarella (mas leiam com o sotaque, por favor!).


Pra aquecer o inverno

Junto com o frio vem uma vontade de tomar caldos e sopas em todas as refeições, mas com ele acaba vindo também uma enorme preguiça de cozinhar...

É nestes dias em que a preguiça me nocauteia que eu apelo pro caldinho de feijão, já que sempre tenho feijão prontinho no congelador!

Caldinho de feijão
  • 500 g de feijão vermelho
  • 100 g de línguiça paio
  • 50 g de bacon
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 1 cebola pequena picada
  • 3 dentes de alho picados
  • sal e pimenta a gosto
  • 1 folha de louro
  • cebolinha picada
Deixe o feijão de molho por uma hora, enquanto isso frite na panela de pressão a linguiça no óleo até dourar. Escorra o feijão e junte-o na panela com a folha de louro e água suficiente para cozinhar. Numa frigideira frite o bacon na própria gordura até ficar crocante, em seguida junte a cebola e o alho e refogue por mais dois minutos. Coloque o sal e pimenta a gosto e adicione o refogado ao feijão já cozido e macio. Acerte o sal se preciso e transforme seu feijão em caldo, batendo tudo no liquidificador. Polvilhe cebolinha picada e sirva bem quente em canecas.

Se quiser congelar o feijão tempere com pouquíssimo ou nenhum sal, caso contrário ele ficará muito salgado depois que descongelar.

Companhia perfeita

Pipoca: na minha opinião não existe nada melhor pra comer vendo um filme! No cinema ou em casa, seja o filme alegre, triste ou engraçado, tanto faz, ela sempre está presente!

Aqui em casa o expert em pipocas é o marido, ele faz a melhor pipoca doce ( e a salgada também) que eu já comi.
Já tentou me ensinar a fazer, até cheguei a arriscar agumas vezes mas não fica a mesma coisa.
O único porém é que ela só pode ser feita na panela especial para pipoca, se você tem uma, parabéns, corre lá que você não vai se arrepender!

Pipoca doce
  • 1/2 xícara de milho para pipoca
  • 1/3 xícara de açúcar demerara
  • 1/4 xícara de açúcar mascavo
  • 2 colheres (sopa) de achocolatado (usei toddy)
  • 1/2 xícara de óleo vegetal
  • açúcar cristal ou refinado para polvilhar
Misture todos os ingredientes na panela e leve ao fogo médio, panela tampada (essa panela tem uma manivela na tampa), mexendo sem parar enquanto estiver estourando.
Assim que parar de estourar transfira imediatamente a pipoca para outro recipiente (se deixar na panela o açúcar continuará aquecendo e queimará as pipocas). Caso algumas no final tenham tostado um pouquinho retire-as para que não deixem o gosto de queimado. Enquanto ainda estiverem quentes polvilhe o açúcar e misture bem.

Agora é só escolher o filme.

Fritando bolinhos

Sei que fritura não é nada saudável mas convenhamos, de vez em quando que mal tem?

Disse anteriormente que estamos numa fase mais saudável da vida não é?
Pois é isso mesmo, estamos e foi por isso que nesta receita, mesmo sendo fritura, resolvi colocar alguns ingredientes saudáveis no meio.
Assim, na hora de fritar acabei me sentindo menos culpada.

Bolinho de peixe
  • 500 g de batata cozida
  • 500 g de peixe (usei posta de cação)
  • 1 ovo ligeiramente batido
  • 3 colheres (sopa) de linhaça dourada
  • 3 colheres (sopa) de linhaça marrom
  • 3 colheres (sopa) de farelo de aveia
  • 3 colheres (sopa) de germen de trigo
  • 1/2 xícara de salsinha picada
  • limão, sal e pimenta a gosto
  • farinha de trigo
  • farinha de rosca

Amasse as batatas como se fosse fazer um purê. Tempere o peixe com sal, pimenta e limão e cozinhe por 5 minutos com pouca água. Misture todos os ingredientes menos as farinhas, até formar uma massa. Se necessário, adicione aos poucos a farinha de trigo até que as massa não grude nas mãos e se torne moldável. Faça bolinhos médios, passe pela farinha de rosca e frite em óleo quente até dourar.

Para me sentir ainda menos culpada, servi com uma salada de chicória, alface, agrião, tomates cereja, pepino e temperei com azeite de oliva, limão e vinagre balsâmico. Funcionou...

Em busca da alimentação saudável

A cada dia que passa mais as pessoas se preocupam com a boa alimentação. E melhorar os seus hábitos até que é bem fácil, uma boa dica é você optar por trocas saudáveis na hora de preparar
os seus pratos favoritos.

Essa receita de torta salgada é do caderninho antigo de receitas da minha mãe, todo escrito a mão (por três mãos diferentes, a dela, a minha e a da minha irmã mais velha). Já perdi a conta de quantas vezes corri para este caderinho a fim de preparar cafés e lanches especiais para os amigos queridos.
Porém a receita que utilizo hoje foi em grande parte reformulada. A antiga usava só farinha branca e amido de milho, já a massa dos tempos de hoje é muito mais saudável e nutritiva.

Torta integral de abobrinha e chuchu

Massa:
  • 8 colheres (sopa) de farinha de trigo integral
  • 4 colheres (sopa) de farinha de trigo branca
  • 2 colheres (sopa) de farinha de linhaça (uso 1 marrom e 1 dourada)
  • 2 colheres (sopa) de gérmen de trigo
  • 1 colher (sopa) de farinha de aveia
  • 2 colheres (sopa) de amido de milho
  • 1 xícara de leite
  • 1/4 de xícara de óleo de canola
  • 3 ovos
  • 1 colher de (sopa) de fermento em pó
  • sal a gosto

Recheio:

  • 1 abobrinha cortada em cubos
  • 1 chuchu cortado em cubos
  • 3 colheres de (sopa) salsinha picada
  • 1 cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 2 xícaras de cogumelos frescos fatiados
  • azeite de oliva virgem
  • sal a gosto
  • aveia em flocos
  • 2 xícaras de queijo (mussarela, ricota ou colonial - já fiz com os três e todos foram aprovados)

Refogue com uma pitada de sal (a gosto) a cebola e o alho no azeite até ficar transparente. Junte a abobrinha e o chuchu e cozinha com tampa em fogo baixo até que ambos estejam macios. Adicione os cogumelos, cozinhe mais 2 minutos e junte a salsinha. Reserve.

No liquidificador coloque os ovos, o óleo de canola e o leite, bata por um minuto. Junte o restante dos ingredientes menos o fermento e bata até homogeneizar. A massa não deve ficar nem muito líquida e nem muito sólida. Se por ventura a textura ficar diferente é só adicionar mais farinha branca ou mais leite - mas geralmente a massa atinge o ponto exato. Junte o fermento e bata mais alguns segundos só para misturar bem.

Numa forma baixa (eu uso uma 30X60 com 4cm de altura) untada e enfarinhada despeje a massa e por cima o recheio refogado. Depois espalhe bem o queijo por cima e salpique a aveia em flocos.

Asse em forno pré aquecido a 200º C por 30 minutos ou até a borda dourar.

Para saber mais sobre:

Gérmen de trigo

Semente de linhaça

Aveia

é só clicar...

Boas vindas

Receita fácil e saborosa que pode ser feita a qualquer hora, esses foram pro forno graças a chegada de um novo membro da cozinha, uma cafeteira nova, será que soube escolher bem o acompanhamento?



Muffins de lingüiça, azeitonas pretas e queijo colonial
  • 1 1/2 xícara de farinha de trigo
  • 1 ovo
  • 1 xícara de leite
  • 1/4 de xícara de azeite ou óleo de soja ou outro qualquer
  • pitadinha de sal
  • pitadinha de açúcar
  • 2 colheres (chá) de fermento em pó

Recheio

  • 1 xícara de queijo colonial ralado
  • 1 xícara de lingüiça picada
  • 1/2 xícara de azeitonas pretas picadas
  • cebolinha a gosto
  • sal (apenas se necessário pois a lingüça já é salgada)

Misture numa bacia todos os ingredientes secos e noutra bacia os líquidos. Depois de misturar bem separadamente junte tudo de uma vez só e mexa levemente com um garfo. Reserve. Junte todos os ingredientes do recheio e misture delicadamente à massa, distribua em forminhas de muffins e leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por aproximadamente 20/30 minutos ou até que o famoso palito saia limpo e seco, porém não deixe que assem demais para que os muffins não fiquem secos.

Bom apetite e um ótimo café na cafeteira nova!

Abacate com açúcar, nem sempre...

Era uma vez um abacate e uma pessoa que não o comia nem com açúcar, aí uma outra pessoa resolveu testar uma receita com a fruta rejeitada, que de doce ou salgado nunca teve nada.

Essa pessoa avessa ao abacate com açúcar (ou sem) é a minha irmã mais velha, já eu gosto dele mesmo puro. Mas como ela insiste em dizer que com açúcar fica ruim então eu decidi reinventar uma prato salgado que ela adora, usando o abacate como ingrediente principal (E tentar fazer com que pelo menos ela dê uma chance ao coitado).

Maionese de abacate
  • 4 batatas médias cozidas
  • 3 cenouras pequenas cozidas
  • 1/2 abacate médio cortado em cubos pequenos
  • 2 pimentas cambuci pequenas picadas (sem sementes)
  • 1\2 pimentão vermelho pequeno picado (sem sementes)
  • azeite de oliva
  • 2 colheres de sopa de maionese (uso hellmann´s)
  • suco de 1/2 limão
  • sal a gosto

Amasse bem as batatas e as cenouras e reserve. Numa frigideira aqueça o azeite e refogue a pimenta e o pimentão até amolecer, em seguida adicione o abacate e refogue mais um pouco. Junte o suco de limão e algumas pitadas de sal.

Espere o refogado amornar e junte com a batata e a cenoura. Aos poucos vá colocando a maionese misturando muito bem e se for preciso acerte o sal. (Se desejar ela mais molinha acrescente mais azeite de oliva ou maionese.)

Sirva como acompanhamento de carnes apimentadas, vai muito bem!

A irmã ainda não provou o que inventei para ela mas tenho certeza de que assim que ela experimentar vai finalmente comer abacate, resta agora inventar uma receita doce para que sirva de sobremesa à maionese...

E viva a overdose de abacate!!!

Chá das cinco

O famoso chá das cinco foi lançado pela Duquesa de Bedford em 1830. Anna, sétima duquesa, sentia fome entre as principais refeições do dia e por isso criou esse lanche que além de servir chá contava também com um sofisticado cardápio recheado de bolos, torradas, geléias, mel, scones, muffins e uma grande variedade de biscoitos e pãezinhos.



Bem, para o nosso lanche não achei uma boa idéia fazer um banquete então fiz apenas esses biscoitos crocantes e aromatizados que acompanharam muito bem o delicioso chá de morango!

Biscoitos com manjericão

  • 1 3/4 xícara (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de manjericão fresco picado
  • 1/4 xícara de manteiga
  • 10 colheres (sopa) de leite
  • sal e pimenta-do-reino a gosto

Misture a farinha com o sal, a pimenta e o manjericão. Junte a manteiga e faça uma farofa; depois, acrescente leite o suficiente para obter uma massa lisa.
Estenda a massa, deixando-a com 1cm de expessura (assim eles ficam crocantes por fora e macios por dentro) e corte no formato desejado, leve ao forno quente em assadeira untada e polvilhada por aproximadamente 35 minutos. Na metade do tempo vire-os para que doure por igual.Depois de assados, coloque-os para esfriar perto de uma janela em uma grade própria para biscoitos, caso contrário a massa vai transpirar e absorver tudo.

Good appetite!!!




Despertador matinal

Volta e meia acordo com um cheirinho delicioso invadindo o quarto (como se fosse nos desenhos animados aquela fumacinha que percorre todo um caminho até chegar às narinas).
O marido tem uma mania (que não pode perder nunca) de acordar mais cedo e fazer um café da manhã pra lá de especial e muitas vezes me servir na cama - isso quando a fumacinha não se adianta e me leva "a força" até a cozinha.



Torradas especiais do marido

  • pães franceses esquecidos
  • queijo colonial ralado
  • presunto ralado
  • manteiga aviação
  • gergelim
  • orégano

Pré-aquecer o forno em temperatura média. Cortar os pães ao meio no sentido do comprimeto e passar uma camada fina de manteiga. Cobrir com queijo e presunto e salpicar gergelim e orégano. Asse até dourar e sirva com suco de laranja, capuccino ou café.

Simples e delicioso
Bon apetit

Berinjelas rejeitadas

Sou a única que gosta de berinjelas aqui em casa, Chiquinho (filhote) e Adriano (marido) nem lembram que elas existem, por isso quase sempre sobram algumas pobrezinhas que começam a murchar. Mas mesmo velhinhas e enrugadinhas elas não me escapam, vão pro forno ficar ainda mais enrugadas e se transformam em um delicioso patê de berinjelas!

Patê de Berinjelas

  • 4 berinjelas médias cortadas no sentido do comprimento
  • 1/2 pimentão vermelho ou verde cru
  • 6 dentes de alho assados (aproveite e asse com as beringelas)
  • 3 colheres de sopa de azeitonas verdes
  • 3 colheres de sopa de azeitonas pretas
  • 3 colheres de sopa de azeite de oliva
  • 3 a 6 colheres de óleo de girassol
  • algumas gotinhas de molho de pimenta (eu usei Tabasco)
  • cheiro-verde picado (eu só tinha salsinha)
  • sal a gosto

Primeiro tire o amargor das berinjelas jogando sal em sua polpa e virando-as para baixo para que toda água escorra, 20 a 30 minutos já serão suficientes. Lave-as para tirar o excesso de sal e seque bem para levá-las ao forno durante 45 minutos, os dentes de alho podem ficar menos tempo. Depois de assadas retire a casca delicadamente de cada uma delas tomando cuidado para não retirar junto a polpa. Bata as berinjelas, o pimentão, as azeitonas e os dentes de alho no liquidificador ou processador e aos poucos vá juntando o azeite e o óleo de girassol até que a textura fique como a de um patê, nem sempre é necessário utilizar as 6 colheres de óleo de girassol, por isso vá colocando aos poucos e a seu gosto. Por último acerte o sal e a pimenta e misture o cheiro-verde.

Guarde em um pote de vidro muito bem tampado e leve a geladeira durante algumas horas ou de um dia para o outro (o sabor se intensifica a cada dia) depois sirva com torradas ou bolachas integrais.

Aqui em casa durou apenas 1 dia na geladeira. Duraria tranquilamente até uns 5 dias se o marido não atacasse tudo de uma só vez...

Quarta-feira de cinzas, final do carnaval...

"A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
Pra tudo se acabar na quarta feira"

(Tom Jobim - A Felicidade)

Bem, (finalmente) acabou o carnaval e hoje é dia de abstinência de carne, então nada melhor do que entrar com a beringela no lugar!



Ratatouille

  • 2 beringelas
  • 1 cenoura
  • 2 tomates verdes
  • 1/3 pimentão verde
  • 1/3 pimentão amarelo
  • 1/3 pimentão vermelho
  • 1 abobrinha
  • 1 cebola roxa
  • 4 dentes de alho gordinhos
  • 4 collheres (sopa) de azeite de oliva
  • 4 colheres (sopa) óleo de girassol ou outro
  • especiarias (manjericão, orégano, louro) sal a gosto
A ratatouille é uma receita típica da Provence e muito popular na França, geralmente é servida como acompanhamento de outros pratos, eu particularmente gosto de comê-la já fria com um pão crocante francês e só!
Provavelmente eu não faço como a tradicional, mas sempre que escolho esta receita é pela praticidade, ela só demora um pouco no preparo pelo fato de ter que picar tudo, mas mesmo assim a acho simples e fácil.

Bem, somente a beringela precisa passar por um processo diferente, pique ela antes de todos os outros legumes e coloque num recipiente raso para que possa espalhá-la bem, depois disso jogue um pouco de sal grosso e bem poquinha água, isso fará com que ela perca um pouco do seu amargor, deixe-a lá por pelo menos meia hora (passado o descanço da beringela lave muito bem pra retirar o sal).

Depois de tudo picado misture bem todos os ingredientes num refratário e comece a temperar, primeiro acerte o sal, depois acrescente o azeite e o óleo e misture de novo, por último jogue as especiarias e misture mais uma vez.

Cubra o refratário com papel alumínio e ponha pra assar em forno médio, aí é só esperar que os legumes cozinhem um pouco. No forninho elétrico eu faço essa receita em 20 minutinhos, no forno convencional ainda não sei, mas provavelmente deva ficar por no mínimo 40 minutos.

Sirva com pão francês fresquinho ou torradas.

Bon apetit!